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A Camada de Ozônio, escudo protetor da Terra, está se recuperando

A Camada de Ozônio, escudo protetor da Terra, está se recuperando

A camada de ozônio, que nos protege dos raios ultravioleta, nocivos à nossa existência, parece estar se recuperando com sucesso após falhas gigantescas terem sido descobertas nos anos 1980.

A notícia é muito bem recebida nos âmbitos científico e ambiental, já que as falhas que incidem sobre o Hemisfério Norte podem ser inteiramente fechadas até 2030, e as da Antártica, até 2060, o que auxiliaria incisivamente na redução do derretimento de geleiras.

 

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A ONU já até mesmo publicou um relatório atribuindo o sucesso dos reparos diretamente aos acordos globais de proteção ao meio ambiente:

'Isto é devido às ações de acordo internacional, como o Protocolo de Montreal, que foram ativadas 30 anos atrás em resposta à revelação de que substâncias prejudiciais à camada de ozônio (...) estão furando-a', lê-se no documento. '(...) isto permitia que raios ultravioleta radioativos, e perigosos, passassem pelas frestas.'

Dentre os fatores responsáveis pelo problema, estavam aerosóis, sistemas de resfriamento e refrigeração, dentre outros itens.

Para se ter uma ideia, a camada localiza-se seis milhas acima da Terra e nos protege de emissões que podem causar câncer de pele, problemas de vista e até mesmo incinerar nossas platanções.

 

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Para a ONU, a atualização traz uma centelha de esperança, especialmente após a última declaração provinda do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, do inglês), que alertou sobre os efeitos negativos de um aumento de 2ºC na temperatura terrestre geral.

Já podemos respirar ao menos um pouco mais aliviados, já que, nos anos 1990, perto de 10% da camada havia sido destruída. Mas, desde 2000, após a adoção de políticas mais duras que visavam proteger, ironicamente, aquele que é nosso escudo protetor, a camada começou a crescer em 3% novamente (segundo a ONU).

 

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Os principais contribuintes para a melhora foram países que reduziram - ou aniquilaram completamente - químicos como os clorofluorcarbonetos.

Acabou o problema então?

A resposta é não.

As medidas adotadas não se traduzem em sucesso completo ainda, de acordo com Brian Tor, pesquisador da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, que não faz parte oficialmente do relatório.

'Nós estamos apenas no iníico da recuperação', disse ele, relembrando-nos que ainda existem pontos da camada a serem preenchidos.

Há, também, a preocupação constante que a emissão de gases contendo cloros pode retardar o progresso feito.

A culpa é, em parte, atribuída à China, cujas políticas de emissão são desreguladas, mas, num geral, o cenário é otimista.

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