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Cientistas consideram escurecer a Luz Solar para combater Aquecimento Global

Cientistas consideram escurecer a Luz Solar para combater Aquecimento Global

Um dos grandes dilemas que a humanidade enfrenta neste século, o aquecimento global é o processo de aumento da temperatura média dos oceanos, e da atmosfera da Terra, causado por massivas emissões de gases que intensificam o efeito estufa.

Resultado de uma série de atividades humanas, especialmente a queima de combustíveis fóceis e mudanças no uso da terra, o aquecimento vem ocorrendo desde meados do século XIX, quando o boom industrial aconteceu, e é uma das ameaças ambientais que mais preocupam líderes globais hoje.

A comunidade científica, naturalmente, vem estudando e debatendo exaustivamente soluções capazes de reverter ou ao menos frear o processo, que além de elevar a temperatura média do planeta, causa o aumento do nível do mar e esgotamento de recifes de coral.

Recentemente, um estudo  divulgado por um grupo de cientistas sugere um método controverso, mas aparentemente eficaz, capaz de escurcer a luz do Sol que atinge a superfície.

A questão é: como?

O método reduziria pela metade a quantidade de radiação slar que permanece dentro de nsosa atmosfera. Para isso, a equipe propõe a propulsão de sulfatos na atmosfera superior.

Na prática, não seria nada fácil!

O material precisa ser lançado a 20 quilômetros de altitude, na atmosfera superior, e em quantidades grandes o suficiente para o sucesso da empreitada. Os pesquisadores preveem que algo do tipo custaria cerca de $2.25 bilhões de dólares por ano para ser mantido, e poderia estar pronto para ser ativado em até 15 anos, caso seu desenvolvimento tivesse início num futuro próximo.

Quais seriam os pontos negativos?

Apesar da solução a curto prazo, o estudo não examina os potenciais efeitos devastadores que o 'escurecimento do Sol' causaria em outras formas de vida.

Entre as afetadas estariam plantas e demais organismos que realizam fotossíntese: para estes seres, um planeta com menos luz solar não é uma opção, o que causaria efeitos negativos - e inestimáveis - para inúmeros ecossistemas.

No resumo do artigo, lê-se que são analisados os custos do método, bem como seu impacto para a estratosfera.

E as chances disso ir pra frente?

Devido aos riscos apresentados, felizmente, muito poucas.

A proposta é muito radical e, apesar do estudo ser válido, fornecendo-nos outros pontos de vista com relação a soluções para o aquecimento global, a medida drástica traria mudanças enormes para o planeta e, consequentemente, para nossa qualidade de vida, e é improvável que organizações financiem futuras pesquisas do tipo.

Reações científicas ao artigo publicado têm sido divididas.

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by nerit