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Estes países aumentaram seus PIBs às custas do Meio Ambiente

Estes países aumentaram seus PIBs às custas do Meio Ambiente

De acordo com dados da ONU, a Coreia do Sul, Singapura e Malta são alguns dos países que mais intensificam sua riqueza absorvendo matérias do meio ambiente.

Os três, que encabeçam o Relatório de Riqueza Inclusiva 2018, comprovam que embora tenham aumentado seus Produtos Interno-Brutos (PIBs), reduziram a preocupação com inúmeros ativos ambientais, dentre eles água, ar limpo, florestas e biodiversidade.

O documento, que teve o aval de mais de 200 economistas de todo o mundo, critica o uso do PIB como métrica da riqueza de um país, afirmando que este mede a economia, mas não sua base oculta de ativos.

Como alternativa, os estudiosos propõem o conceito de "riqueza inclusiva".

Este tipo de cálculo foca bens de capital manufaturado, humano e natural e, se este método de avaliação fosse ser levado em conta, 44 dos 140 países analisados teriam sofrido consideráveis quedas econômicas (mesmo com o aumento do PIB):

"A saúde de uma economia é extraída da saúde do meio ambiente", argumenta Pushpam Kumar, asessor econômico sênior da ONU Meio Ambiente.

Além de figura importante na ONU, Kumar também é coordenador do relatório:

"Para fazer as escolhas certas que nos deixarão em um caminho sustentável", continuou, "precisamos ter capacidade de medir corretamente nosso progresso. Este relatório irá equipar tomadores de decisão com os números corretos, para que possam tomar as decisões para entregar resultados para as gerações que estão por vir."

Além de fazer oposições à forma que a riqueza de países é medida, o relatório, que sucede outra publicação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), conclui que temos apenas 12 anos para limitar o aquecimento global a 1,5º C.

Outro ponto tocado é a Camada de Ozônio, que apresentou uma leve recuperação.

Os danos previamente provocados ao escudo protetor da Terra, no entanto, são responsabilidade em grande parte dos países de alta renda, uma vez que estes emitem carbono com mais intensidade que outros, considerando seus índices de industrialização.

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O relatório conclui, por fim, que medir tais nações por seus estoques de "riqueza holística" - incluindo, aí, os supracitados capitais manufaturados, humanos e naturais - nos permitirá observar com mais precisão seus auges e depressões ao longo do tempo tomando como princípio básico a sustentabilidade.

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