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Halloween Ambiental: 6 fatos realmente assustadores sobre o atual estado do Meio Ambiente

Halloween Ambiental: 6 fatos realmente assustadores sobre o atual estado do Meio Ambiente

Comemora-se hoje, em vários países do hemisfério norte, o Dia das Bruxas, ou Halloween, em que as pessoas celebram suas tradições pagãs, caso as tenham, ou só fantasiam-se dos personagens mais diversos da forma mais criativa, por vezes assustadora, que podem.

Nós do Instituto G4 também adoramos o dia 31 de outubro, e não podíamos ficar de fora desta data sem, é claro, utilizá-la para conscientizar nossos leitores ainda mais acerca dos problemas ambientais!

No entanto, não vamos fazer igual neste post e indicar mais filmes - no caso, do gênero horror ou suspense.

A verdade é que não precisamos de fantasmas, lobisomens, vampiros, ou qualquer outro ser diabólico ou mitológico para inspirar-nos medo e receio quando o mundo está mudando de forma tão drástica ao nosso redor.

Neste (assustador) espírito, confiram então, abaixo, seis fatos a respeito do atual estado do meio ambiente que são de arrepiar a espinha:

 

6. Mais de um milhão de espécies correm o risco de desaparecer devido à degradação de seus habitats

Um dos maiores problemas causados pelas inconstantes mudanças climáticas é, definitivamente, a extinção da vida. Mais cedo este ano, o Melomys rubicola, único mamífero nativo da Grande Barreira de Coral na Oceania, tornou-se a primeira espécie apagada da face da Terra indiretamente pelas atividades humanas.

Cientistas dizem que esta é só uma pequena porção do problema, e que mais de uma a cada seis espécimes correm risco de ser extinguidas devido às mudanças climáticas.

 

5. O número de enchentes pode triplicar até 2030

Os níveis marítimos têm aumentado quase o dobro nos últimos 10 anos, comparados com o quanto aumentaram ao longo de todo o século XX. O número de pessoas que sofre com inundações, todos os anos, pode triplicar de 21 para 54 milhões até 2030, segundo dados da World Resources Institute.

Isto resultaria, também, num aumento do custo econômico de reconstrução pós-desastres naturais. A estimativa é que, ao invés de 65 milhões (em libras esterlinas), seriam gastos 340 milhões em eventuais reparações.

O cenário é consideravelmente perigoso, já que metade da população terrestre vive menos de 37 milhas do oceano, e 3/4 de todas as grandes cidades são próximas da costa, o que nos leva ao próximo tópico...

 

4. 250 milhões de pessoas podem ter de se mudar até 2050

A subida do nível dos oceanos pode fazer com que 250 milhões de pessoas, que vivem na costa e dependem dela, precisem mudar-se até 2050. O número é alarmante: destas, cerca de 6 milhões precisarão abandonar suas casas, hipoteticamente, às pressas.

Os Estados Unidos, é claro, tem sido um dos principais contribuidores para o aquecimento global, mas isto está afetando-os também. Miami, na Flórida, vem sofrendo com constantes avanços do oceano, enquanto 99.84% da Califórnia, estado na costa oeste do país, já sofre com a seca.

 

3. A Groelândia se transformará num forno

O gelo da Groelândia tem escurecido devido ao acúmulo de foligem e outros pluentes, e, por conta da cor, ao invés de refletir o sol e agir como um resfriador para o planeta, a ilha pode, na verdade, tornar-se um aquecedor.

Isto não está acontecendo somente lá: o problema tem afetado o Himalaia, a América do Norte e até o mesmo o círculo Ártico.

 

2. Só em 2016, nós já havíamos utilizamos todos os recursos anuais da Terra antes de 8 de agosto

O Earth Overshoot Day (EOD), traduzível como o Dia da Sobrecarga da Terra, é a data em que o limite de utilização de recursos naturais da Terra é, anualmente, declarado, numa forma de reduzir os impactos causados pela humanidade nos habitats no restante dos meses. Em 2000, o mês foi outubro. 2015, 13 de agosto. E dois anos atrás, em 2016, tínhamos esgotado nossas opções já no dia 8 de agosto.

'Nós utilizamos mais recursos ecológicos que a natureza consegue regenerar, seja através de excesso de pesca, excesso de desmatamento, ou emissão de gases CO2', alertam os responsáveis pelo EOD.

 

1. O Ártico pode ter seu primeiro verão sem gelo em 2040

Segundo estudo publicado na Geophysical Resarch Letters, se os gases do efeito estufa continuarem sendo emitidos na atmosfera terrestre, na quantidade atual, o Ártico pode já ter seu primeiro verão sem gelo em 22 anos.

Já existem menos camadas de gelo lá que nos verões passados, informa a National Oceanic and Atmospheric Administration. Como é de se esperar, as consequências de um impacto tão violento no ecossistema dos pólos ocasionará em consequências graves para o planeta. 

 

Aterrorizante, não é mesmo? Será que conseguiremos driblar não só nossos demônios imaginários, mas também os reais?

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