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Isopor está oficialmente proibido em Nova York, nos EUA

Isopor está oficialmente proibido em Nova York, nos EUA

A última terça-feira (01) representou um marco histórico para a cidade de Nova York, nos Estados Unidos.

Em uma ação conjunta de seu prefeito, Bill de Blasio, da comissária do Departamento de Saneamento Kathryn Garcia, e de Mark Chambers, diretor do Gabinete de Sustentabilidade do prefeito, foi anunciado que o isopor, em todas as suas formas, está oficialmente proibido na cidade.

A lei entrou em vigor rapidamente - já no início do ano - mas a discussão é antiga.

Desde 2015 falava-se nesta medida, que, implementada, proíbe serviços de alimentação, lojas e fabricantes de ter, vender ou até mesmo oferecer a seus clientes embalagens feitas a partir de poliestireno expandido (EPS)

'O aquecimento global está ameaçando nossa cidade e, para combatê-lo, precisamos mudar a maneira como vivemos', Blasio afirma. 'O isopor que os nova-iorquinos jogam fora a cada ano entopem nossos aterros e alimentam a economia do petróleo, destruindo nosso planeta. Estamos pondo um fim nesta prática suja para que possamos garantir um futuro mais limpo e justo para nossos filhos.'

Como parte da proibição, sob risco de multa, fabricantes e lojas não podem vender ou oferecer itens de isopor descartável, tais como copos, pratos, bandejas ou outros recipientes. A regra também estende-se ao uso do isopor como protetor de embalagem.

Mesmo com a preparação já tendo sido feita progressivamente durante os últimos quatro anos, existirá ainda um 'período de tolerância' de seis meses, possibilitando que as multas sejam melhor disseminadas e impostas.

Neste tempo, departamentos de saúde e de assuntos pertinentes ao consumidor realizarão atividades de divulgação e educação em vários idiomas, atendendo a empresas de todos os cinco distritos da metrópole:

'Devemos aproveitar este progresso cortando outros produtos inúteis e obsoletos, tais como sacolas plásticas e canudos plásticos descartáveis', Chambers diz em adendo.

Além da influência global da decisão, uma vez que Nova York é um grande centro comercial global.

Espera-se, também, a nível doméstico, que o impacto da proibição dos poluentes seja sentido em outras capitais e estados, uma vez que a cidade é seu principal centro comercial e uma das grandes portas de entrada para o país.

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