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Mais de 140 baleias morrem encalhadas em praia na Nova Zelândia

Mais de 140 baleias morrem encalhadas em praia na Nova Zelândia

Na última noite de sábado (24), o Departamento de Conservação Neo-Zelandês (DOC) foi informado que um grupo considerável de baleias estava encalhado na bahia de Mason, na Ilha Stewart.

O caminhante que fez a ligação e que estava, inclusive, acampado no local, estimou que mais de 100 animais estavam corriam risco de morte.

O gerente das Operações de Resgate do DOC, Ren Leppens, fez seu melhor, mas devido a questões de logística e tempo, ao menos metade das baleias já estavam mortas quando a assistência chegou:

'Infelizmente, as chances de retornar ao mar as baleias ainda vivas era muito baixa', Leppens disse. 'A locação remota da ilha, e também a falta de staff próxima, bem como as condições de deterioração dos animais nos deixou com a eutanásia como opção mais humana.'

Para Leppens, eutanasiar as baleias sobreviventes foi uma 'decisão arrasadora' de se tomar.

No entanto, encalhamentos marítmos são comuns na Nova Zelândia, uma vez que o país é, segundo o DOC, um 'ponto atrativo' para os animais.

São, aproximadamente, 85 incidentes por ano, mas geralmente de espécimes isolados, o que torna o evento recente um dos mais trágicos da História neo-zelandesa, que, desde 1840, tem relatos de cerca de 5.000 encalhamentos.

Para o DOC, as razões por trás do fenômeno não são inteiramente compreendidas, mas fatores que contribuem são 'doenças, erros de nagevação e geografia, ondas mais baixas, fuga em caças predatórias ou até mesmo mudanças climáticas'.

O Projeto Jonah, cuja única missão é o resgate de baleias, afirma que a Nova Zelândia tem um dos maiores números de fatalidades de baleias no mundo, com cerca de 300 baleias (e golfinhos) indo parar nas praias todos os anos.

Em 2017, mais de 400 baleias-piloto morreram em Golden Bay, no que provou-se o maior encalhamento, em registros, do país.

Mesmo com esforços públicos e governamentais na época, mais de 300 pereceram.

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