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Os 5 melhores softwares livres de Geoprocessamento, incluindo QGIS

Os 5 melhores softwares livres de Geoprocessamento, incluindo QGIS

O Geoprocessamento vem se firmando cada vez mais como uma das vertentes mais populares de estudo do mercado de meio ambiente. Hoje, um profissional de meio ambiente que não é atento(a) às novidades do mercado corre o risco iminente de ser deixado para trás, inclusive aqueles que não buscam se atualizar no campo das geotecnologias.

A boa notícia, no entanto, é que é muito fácil iniciar estudos neste mercado e tirar melhor proveito dele! Existe, hoje, uma variedade de softwares livres que vem se consolidando como alternativas confiáveis aos softwares comerciais em múltiplas áreas de aplicação. Uma delas é o Geoprocessamento.

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O que são os softwares de Geoprocessamento?

Os softwares de geoprocessamento são programas que podem nos auxiliar, enquanto profissionais, a analisar dados espaciais e mapas com uma melhor precisão. Eles podem variar entre si no que diz respeito a funcionalidade e características, mas são, geralmente, compostos por uma série de ferramentas padrão que permitem análises precisas de dados geográficos.

Estas ferramentas têm evoluído desde a introdução da tecnologia GIS ao mercado. O curioso é que, lá atrás, os profissionais geralmente se reuniam em volta de um quadro branco (como de escola) e criavam flowcharts e diagramas bem similares aos protótipos que temos hoje com o ModelBuilder. Isto só comprova que nada escapa à tecnologia e, se não acompanhamos as novidades, ficaremos presos no passado.

Voltando aos softwares, eles tem centenas de ferramentas, e até mesmo aprender a utilizar uma única ferramenta leva tempo. Pense no geoprocessamento como uma língua nova que você está aprendendo. Os substantivos são os dados geográficos, assim como as 'features', 'tables' e 'rasters', e as ferramentas são os verbos, como as ações de copiar, colar e unir (join).

Exatamente como uma língua, há uma infinidade de 'substantivos' e 'verbos' que podemos usar no geoprocessamento para comunicarmos nossos objetivos, o que o torna ainda mais intrigante para nós enquanto profissionais. E, se não falamos esta língua, que é teoricamente a nossa, quem irá?

 

Alguns softwares livres de Geoprocessamento

Confira, abaixo, alguns softwares livres de Geoprocessamento, que podem ser adquiridos de forma gratuita através das fontes oficiais:

1. QGIS

O QGIS é talvez o mais popular dos softwares livres e é aquele que utilizamos, também, no nosso curso presencial de Geoprocessamento com QGIS: Aplicações em Estudos e Projetos Ambientais. O QGIS é descrito oficialmente como visualizador com vários plugins que adicionam funcionalidades específicas como acesso a dados de GPS, exportação para banco de dados PostGis, conexão com GRASS, etc. Para baixar, basta clicar neste link.

2. SAGA

SAGA é um sistema com muitas funcionalidades que incluem edição de dados, análise espacial, elaboração de gráficos, elaboração de layout para impressão, visualização 3D e mais. Ele também permite a criação de módulos de análise espacial e, o mais legal, compartilhamento entre usuários. Um dos pontos baixos que notamos no SAGA são as deficiências no módulo de criação de layout; além disso, ele não pode ser operacionalizado em Linux.

3. SPRING

O SPRING é um software nacional desenvolvido pelo INPE com funções completas de geoprocessamento. Ele não é 100% um software livre, já que o código fonte não está disponível, mas ele pode ser baixado de forma gratuita e contém funções de digitalização, análise espacial e processamento de imagens. Alguns pontos que não contam a seu favor, no entanto, é que ele não utiliza banco de dados próprio e sua interface não é muito intuitiva.

4. JUMP

O JUMP é definido como um visualizador com funções avançadas de edição de dados vetoriais e cruzamentos espaciais entre vetores. Ele é desenvolvido em Java e pode ser instalado em diversos sistemas operacionais. Por outro lado, ele não acessa 'raster' diretamente e não possui boa impressão de mapas. Adicionalmente, observa-se uma dificuldade na manipulação de grandes volumes de dados.

5. UDIG

Visualizador e editor de dados focado no uso de padrões abertos de acesso, como web services, o UDIG possui boa interface gráfica, com módulo específico para geração de mapas. Ele importa, também, dados a partir de múltiplos formatos, bem como aqueles provindos dos bancos de dados Oracle e PostGis. Ele não tem, ainda, muitas opções de definição de legenda ou funções de análise espacial, mas possui uma interface gráfica intuitiva com módulo específico para geração de mapas.

 

E qual devo escolher?

Na maioria dos casos, estes softwares são conhecidos por terem uma interface grávida que não implementa necessariamente todo o seu potencial. De qualquer forma, para o usuário comum, é a interface genérica que é realmente utilizada; logo, não faz muita diferença. Todos contém as seguintes funções:

  • Funções de navegação
  • Funções de consulta espacial
  • Funções de digitalização
  • Funções de análise espacial
  • Impressão de mapas

Estas são, em resumo, as ferramentas de GIS mais comuns e que são capazes de nos auxiliar diariamente em nossos projetos. Para profissionais do IBRACAM, nossos consultores parceiros da G4 Soluções Ambientais e, é claro, a ministrante do curso de Geoprocessamento, Gisele Cruz, utilizam em peso o QGIS como uma opção de software livre.

No entanto, este não é o único motivo pelo qual afirmaremos que, no fim das contas, o QGIS é a melhor opção. Nesta postagem, nós discutimos em detalhe os prós do QGIS e como baixar a melhor versão para o seu sistema operacional. Para saber por quê você deve dar preferência ao QGIS, basta conferir lá!

 

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