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Os incêndios da Califórnia podem agravar estado da Camada de Ozônio

Os incêndios da Califórnia podem agravar estado da Camada de Ozônio

As consequências das recentes catástrofes ambientais já podem ser sentidas.

Dias após ser noticiado que a camada de ozônio estava recuperando-se, devido a décadas de acordos políticos e medidas conscientizadoras para preservar esta proteção natural, agora cientistas preocupam-se que os níveis elevados de emissão de gás carbono (CO2), ocasionados pelos recentes incêndios que assolaram a costa californiana, podem ajudar a colocá-la em risco mais uma vez.

Para alguns deles, as metas do Acordo de Paris podem se tornar ainda mais difíceis de ser atingidas.

 

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Mesmo antes da recente catástrofe, os cortes de emissão de poluentes dos países que assinaram o Acordo ainda fariam com que a temperatura média global subisse mais de 3 graus até o fim destre século.

Parece pouco, mas isto resultaria em grandes impactos climáticos, incluindo aumento do nível oceânio, secas, fogos (como o da Califórnia), dentre outros.

'Nós não podemos relevar as emissões dos fogos', diz Ramon Vallejo, cientista especializado em ecologia da Universidade de Barcelona, 'especialmente agora, que estamos vivenciando incêndios intensos ao redor do mundo.'

Apesar das estimativas variarem e provocarem incertezas, estudiosos estimam que incêndios são responsáveis por 20% das emissões de gases do efeito estufa.

 

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Eles estavam previstos para aumentar a estimativa em 10%, beirando os 30%, até o fim do século 2000, dependendo da pressão climática.

'Grandes incêndios florestais nos levam a reduções significantes de florestas que armazenam CO2', adiciona William Lau, especialista da Nasa, 'e por outro lado, a queima aumenta a emissão de gases poluentes.'

Um estudo recente publicado este ano, no entanto, concluiu que o nível de CO2 produzido por fogos naturais caiu nos últimos 80 anos, em particular devido ao aumento de áreas de plantio. A pesquisa, no entanto, indica que o fator não é bom o suficiente.

O problema reside, na verdade, na crescente intensidade e magnitude destes fogos, e é por isto que geólogos preocupam-se tanto, agora, com estes.

 

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Os fogos da Califórnia emitiram, em uma semana, o tanto de gás carbono que carros e caminhões emitem em todo o estado no período de um ano, o que tem colocado pessoas em alerta.

E, mesmo que a Califórnia e Austrália sejam as regiões com maior incidência de incêndios naturais na atualidade, países como Grécia, Portugal e Espanha têm sofrido do mesmo mal.

Só na Grécia, 91 pessoas morreram este ano, enquanto em 2017, nos outros países citados, 70 vidas foram perdidas.

Até mesmo na Suécia, país naturalmente mais frio, incêndios florestais foram registrados em 2018.

Na Califórnia, 200 pessoas já foram apontadas como desaparecidas.

Em artigo publicado pela Nature Communications, conclui-se que, se a temperatura global subir aqueles 3 graus, a região europeia do Mediterrâneo pode ter aumento de 100% em incêndios.

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