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'Parem de destruir o meio ambiente ou nós seremos extintos', implora a ONU

'Parem de destruir o meio ambiente ou nós seremos extintos', implora a ONU

Em uma conferência internacional cuja grande pauta foi o colapso de ecossistemas, Cristiana Pasca Palmer, Secretária Executiva da Convenção Global de Diversidade Biológica, pediu que todas as pessoas pressionem os governos de seus países para respeitar os objetivos globais de redução de biodegradação até 2020.

Dentre os pontos citados, estão a extinção de insetos, aves, plantas e mamíferos, vitais para ecossistemas, a manutenção de água e emissão de gás carbono.

Para o The Guardian, ela afirma que a 'perda da biodiversidade é um assassino silencioso':

'É diferente das mudanças climáticas, que as pessoas sentem impactando-as diariamente', comentou na entrevista ao jornal britânico. 'Com a biodiversidade, não fica claro o que realmente está em risco até que é tarde demais.'

Palmer é responsável pela manutenção dos recursos naturais dos quais dependem os seres humanos.

Assim como outros ativistas, ela está desesperada para firmar um novo acordo global de proteção à biodiversidade que terá o mesmo peso do Acordo de Paris numa reunião próxima em Beijing, China. Mas, até então, o assunto não tem recebido a atenção merecida, mesmo com cientistas exclamando repetidamente que o fator representa um risco extremo de extinção da raça humana.

 

Ativistas britânicos estão dispostos a ser presos na luta pelo Meio Ambiente

 

 

Oito anos atrás, quando o Protocolo de Aichi foi firmado, múltiplos países prometeram reduzir pela metade a perda de habitats naturais, garantir água limpa e expandir reservas de terra protegidas de 10% para 17% até 2020. Mas muitos não respeitaram o acordo, e até mesmo as nações que engajaram-se na causa têm deixado suas áreas protegidas sem qualquer tipo de policiamento. 'Reservas que existem só no papel', como têm sido ironicamente chamadas, existem do Brasil até a China.

'Os números são desesperadores', acrescenta o ex-Ministro Romeno do Meio Ambiente. 'Eu espero que não sejamos a primeira espécie a documentar a própria extinção.'

Num futuro próximo, ambos os setores de clima e biodiversidade da ONU devem trabalhar juntos para conscientizar líderes políticos e trabalhar suas propostas. Apesar de muitos Presidentes terem ignorado a questão, há positividade em outros, como Emmanuel Macron, da França, que recentemente tornou-se o primeiro líder global a reconhecer que os problemas ambientais não podem ser tratados ignorando a perda de biodiversidade.
 

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