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'Poluição do ar é o novo cigarro', alerta a Organização Mundial da Saúde

'Poluição do ar é o novo cigarro', alerta a Organização Mundial da Saúde

Cerca de 90% da população mundial sofre com toxicidade no ar e, de acordo com pesquisas recentes, o impacto está sendo na saúde de milhões de pessoas, em especial crianças.

'O mundo já virou as costas para o tabaco. Agora, deve fazer o mesmo para o 'novo tabaco' - ou o ar tóxico que bilhões respiram diariamente', diz o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ghebreyesus ainda afirma que ninguém está isento de sofrer as consequências desta ameaça invisível, ricos ou pobres, e que estamos em estado de emergência:

'Apesar da epidemia de mortes desnecessárias causadas pelo fator, um sentimento de complacência prevalece no planeta', Tedros reitera em artigo publicado pelo The Guardian. 'Este é um momento crucial e devemos agir mais rápido para responder urgentemente a este desafio.'

Para tratar do tema, a Organização iniciará na próxima semana, em Geneva, sua primeira conferência global acerca da poluição no ar, incluindo um dia de ação global em que nações e cidades são esperadas para assumir compromissos na redução desta incidência.

No momento, 91% do mundo vive em áreas em que a poluição aérea está acima dos limites propostos pela OMS:

'Os corpos em desenvolvimento de crianças e bebês estão em maior risco', disse Dra. Maria Neira, responsável pelo departamento de saúde pública e meio ambiente da organização. '300 milhões de pessoas vivem em locais onde as emissões tóxicas estão seis vezes acima das indicações internacionais.'

Globalmente, com o número de fumantes sendo reduzido, a poluição do ar causa mais mortes anualmente que o tabaco. No entanto, pesquisadores pensam que as complicações causadas por este tipo de poluição, como ataques cardiácos e doenças pulmonares, são só a ponta do iceberg.

A média de 7 milhões de mortes anuais é uma estimativa otimista, já que inclui somente poluição por partículas e as cinco causas de morte mais frequentes derivadas destas. No entanto, é esperado que os números cheguem a 9 milhões de incidentes.

 

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