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Por quê o Mapeamento com Drone é tão importante?

Por quê o Mapeamento com Drone é tão importante?

A importância dos drones

Drones são um dos grandes marcos da tecnologia não só do século XXI, mas também do passado. Apesar de, no passado, terem sido destinados quase que exclusivamente para propósitos de guerras, hoje eles têm uma gama diversa de utilidades comerciais, seja para fotografias, mensuração de áreas, entrega de compras, gravações de filmes e muito mais.

Por isso, a demanda por imagens de maior qualidade dos UAVs (objetos de voo automático) têm aumentado exponencialmente.

Dentre os setores introduzidos com a reformulação destes robôs, está o mapeamento aéreo com drones, que abriu portas jamais antes imaginadas para os ramos da construção urbana, agricultura, mineração, dentre outros.

Ter uma fotografia, ou modelo 3D de seu projeto, completo com mensuração e outros dados importantes, te dá vantagens incríveis no processo de tomada de decisões. Como, no entanto, podemos caracterizar este tal mapeamento?

 

Fotogrametria

Uma palavra importante que nos ajuda a fazê-lo é fotogrametria.

O mapeamento com drones em si utiliza esta técnica especial, que é a ciência de extrair dados e mensuração de fotografias. O resultado disso é, geralmente, mas não exclusivamente, um mapa, ou então um modelo 3D de um objeto do plano real, ou cena deste.

Muitos dos mapas que utilizamos como referência hoje, seja no Geoprocessamento ou qualquer outra vertente de estudo geográfica, utilizam fotogrametria e imagens capturadas por veículos aéreos. Mapear com drones não é muito diferente disso.

A grande diferença está na altitude máxima que um UAV pode voar, visando a captura de imagens com melhor qualidade. Quando usamos drones para capturar imagens com o objetivo de delinear um mapa, a câmera geralmente localiza-se no fundo dos dispositivos, apontada de forma vertical para o chão.

Como resultado, múltiplas fotografias são tiradas da superfície, enquanto o UAV voa de forma semi-autônoma, ou seja, guiado por um piloto à distância, no caminho previamente especificado. Isto garante que a tecnologia não perca nada e que nenhuma imagem importante passe despercebida.

Seguindo as instruções que acompanham seu drone, é muito difícil errar e qualquer um pode fazê-lo voar. O difícil, no entanto, é processar as imagens depois, e é aí que o seu papel enquanto profissional ambiental se faz presente!

O que você não quer fazer, no entanto, é montar essas imagens de forma manual. Há computadores, ou melhor, programas, como o QGis e o ArcGIS, que fazem isto para você hoje em dia e em tempo recorde! Para sua sorte, temos uma série de vídeos no YouTube sobre Geoprocessamento e ArcGIS, que você pode conferir clicando aqui.

Sem esses softwares, talvez a gente levasse anos para montar o cenário sozinhos. Eles nos permitem unir informações pertinentes sobre pedaços pré-determinados de terra, prédios e infraestrutura, e apresenta o resultado em uma variedade considerável de formatos. Dentro deles, você pode conseguir o dimensionamento de tamanho, área e volume e muito mais!

 

Os principais componentes no Mapeamento com Drones

  1. Um UAV, ou drone;
  2. Um software de voo que permita ao piloto definir um caminho para o drone durante sua jornada;
  3. Um controle de rádio que conecte os planos de voo do software ao robô, e garanta comunicação entre o piloto e seu dispositivo;
  4. Câmera de alta qualidade.

Focando o quarto tópico, a câmera é talvez um dos, senão o mais importante fator. Afinal, não adianta nada ter todo o resto, estabelecer uma rota para seu drone, fazê-lo mapear uma região e, no fim, as imagens não serem utilizáveis devido à sua baixa resolução e especificidade. Ninguém quer realizar um trabalho duas vezes! Nem você, nem o programa.

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© Ibracam

by nerit