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Professor Critica Atitude Apática de Políticos em Relação a Questões Ambientais

Professor Critica Atitude Apática de Políticos em Relação a Questões Ambientais

As pessoas acreditando ou não, as mudanças climáticas estão atingindo novas extremidades e pesquisadores da área preocupam-se com o que será do planeta em um futuro já próximo.

Mark Jaccard, por exemplo, é professor na SFU, ou Simon Fraser University, universidade do Canadá, e, segundo ele, 'é simplesmente impossível esperar que indivíduos interessem-se pela conscientização ambiental quando seus líderes políticos não estão dando a mínima'.

Mark, que além de docente no departamento de Gestão Ambiental, é autor contribuinte do IPCC, ou Quinto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, ainda insiste que 'é preciso que políticas sejam criadas para assegurar que todos contribuam, porque é muito mais fácil, e atrativo, simplesmente queimar gasolina em seu carro ou gás natural em casa', referindo-se aos comportamentos incosequentes da maioria.

Dr. Jaccard desenvolve e aplica modelos que avaliam políticas de sustentabilidade para energia e material.

 

Falando do Canadá especificamente, que é um país do extremo hemisfério norte e, consequentemente, naturalmente mais frio, suas grandes cidades têm experimentado ondas de calor com picos nunca antes vistos.

Em Vancouver, a média climática avançou assustadoramente de 7.9 graus ao longo do ano, em 1930, para mais de 11.5 graus em 2017, o que é resultado direto da industrialização global e políticas de incentivo industrial. 

Confira, abaixo, gráficos que mostram quão progressivamente quente alguns centros urbanos canadenses têm ficado:

No entanto, não é só no Canadá que existe falta de incentivo governamental para tratar o problema com a seriedade necessária. Sabemos que, no Brasil, questões do meio ambiente são ainda mais neglicenciadas e, para Jaccard e outros especialistas, este é um desafio que não venceremos sozinhos:

'O problema com infraestruturas voltadas para a manutenção do uso não-equilibrado de recursos é que estas têm custos mais elevados e, geralmente, cidadãos comuns tendem a oferecer objeções', Jill Merrick, outro ambientalista canadense que passou os últimos quatro anos como conselheiro municipal na cidade de Prince George, atesta. 'Mas, ao mesmo tempo, é dever dos governos locais pensarem em estratégias de longo-prazo para lidar com estes investimentos'.

E você? Concorda que é também papel de nossos líderes colocar a mão na massa?

 

Via: CBC Canada.

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