Nosso Blog

Confira nossas novidades!

Veja outros Posts

[IBRACAMCAST #1] Profissionais de Meio Ambiente precisam ter tanto inteligência emocional como capacidade técnica

[IBRACAMCAST #1] Profissionais de Meio Ambiente precisam ter tanto inteligência emocional como capacidade técnica

Bem-vindo(a) ao primeiro podcast do IBRACAM

Muito têm se falado sobre inteligência emocional e qual papel ela realmente desempenha em nossas carreiras. Ela é, sem delongas, a chave para o sucesso profissional, mas nem todos têm consciência de sua importância.

Na verdade, poucos são aqueles que, além de buscar capacitação em suas áreas de interesse, o que é igualmente de grande valia, estão atentos ao desenvolvimento de suas habilidades emocionais.

Eu tive experiência em ambos os lados e, no primeiro episódio do IBRACAMCAST, vou discutir de forma breve o meu principal aprendizado. Espero que, de alguma forma, eu possa começar a ajudar você a se encontrar como profissional e empreendedor na área ambiental.

Ouça abaixo:

 

Mais informações sobre Inteligência Emocional:

Saiba quem você quer ser

Muitos de nossos leitores já me conhecem, seja de vídeos publicados em redes sociais, ou cursos que já ofertei pelo IBRACAM, mas para você que acabou de chegar, meu nome é Adelmo Cardoso Ribeiro Junior e hoje atuo como diretor geral do Grupo G4 Empresarial. Sou também trainer do Formação PMA (profissional de meio ambiente) do IBRACAM. Especializei-me em Gestão e Análise Ambiental, Engenharia de Segurança do Trabalho e, atualmente, faço uma terceira pós em Design Instrucional.

Sou, antes de tudo, graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa, e já fui, como você, estudante de um curso relacionado a meio ambiente que não tinha uma ideia muito clara de qual rumo seguir após ter o meu diploma em mãos.

Acabei seguindo o ramo empreendedor, mas antes precisei aprender muito como profissional, antes de tornar-me um gestor mais capacitado.

Em meus anos de trabalho em outras empresas e instituições, tanto no brasil como fora - você pode conferir uma lista completa no meu perfil no linkedin - o principal que absorvi é: ter a competência ténica é imprescindível e, em 100% das vezes, sem ela, você realmente não consegue alcançar plenamente todos os seus objetivos... mas há um porém.

Ética é igualmente importante, assim como é o que chamamos, hoje, de inteligência emocional. Como Daniel Goleman, que primeiro empregou o termo, o define, é o método que melhor gerenciamos, enquanto indivíduos, nossas emoções.

 

O que diz o 'pai' da inteligência emocional

Goleman publicou uma série de livros a respeito do assunto, que aconselho profissionais de todas as áreas a lerem; mas, principalmente, o best-seller 'inteligência emocional', de 1995, que sem dúvidas inspirou literatura acerca do tema em todo o mundo.

Inclusive no Brasil: 'o poder da ação', obra de Paulo Vieira, é outro volume interessantíssimo que tem tópicos acerca de inteligência emocional que seguem a mesma linha do cientista pioneiro.

Baseado no meu próprio conhecimento adquirido ao longo de todos estes anos, as pessoas que estudam e desenvolvem os princípios da inteligência emocional têm habilidades que, dentro de nosso contexto social, julgamos como 'óbvias' para aqueles que querem se 'dar bem' na vida. são algumas delas:

  • confiança;
  • flexibilidade;
  • resiliência;
  • empatia;
  • saber trabalhar na direção de suas metas;
  • foco em resultado;
  • liderança;
  • capacidade de gerir conflitos etc.

A maioria, no entanto, ainda não desenvolveu tais características, e aí que reside o problema, a chave da questão.

 

Manipulando as próprias emoções

De fato, não somos perfeitos e há momentos em que nos deixamos levar por nossas emoções, o que, em alguns casos, acaba resultado por exemplo na necessidade de gerirmos conflitos e nossos relacionamentos, como muito já vivenciei em meus anos de carreira como consultor ambiental. Apesar disso, o que fazemos para controlar nossas reações às adversidades é o que faz toda a diferença.

Qualquer profissional que não seja capaz de autogerenciar as suas emoções e, consequentemente, incapaz de evitar reações impulsivas e agir racionalmente, não conseguirá atingir alta performance baseado somente em suas competências técnicas.

Nos próximos posts desta série de conteúdos sobre inteligência emocional para profissionais de meio ambiente, falaremos mais sobre autopercepção, que está intimamente relacionada à compreensão e aceitação de nossos próprios pontos fortes e fracos, autexpressão, que é como expressamos abertamente nossos sentimentos de forma verbal e não verbal, relacionamentos interpessoais, tomadas de decisões, autorresponsabilidade, gerenciamento de estresse e muito mais.

'Mas por quê devo me preocupar tanto com isso quando eu já sou um bom profissional em meu campo de atuação e me relaciono bem com todos ao meu redor?', você pode se perguntar.

Devolveremos então a pergunta: por que, eventualmente, você se sente emocionalmente esgotado em seu ambiente de trabalho, ou tem eventuais desentendimentos com seus colegas, mesmo que, depois, divergências sejam resolvidas? Sempre podemos melhorar.

Empresas, hoje, estão incluindo cada vez mais perguntas a respeito de comportamento em entrevistas de emprego. Em nosso nicho não é diferente e, como gestor de uma, posso afirmar que, hoje, num processo de contratação (ou demissão), tanto importa para mim o autocontrole, foco e bom relacionamento de um candidato como suas competências técnicas... senão mais.

Pense nisso. Nos vemos em breve por aqui.

Deixe seu Comentário

Você também pode se interessar

© Ibracam

by nerit