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Saiba de uma vez por todas a diferença entre tables relacionadas e unificadas no ArcGIS

Saiba de uma vez por todas a diferença entre tables relacionadas e unificadas no ArcGIS

Estudantes de Geoprocessamento cedo ou tarde terão de lidar com softwares de análise aero-espacial e organização de dados. Um dos mais populares destes, senão o mais popular, é o ArcGIS, que inclusive utilizamos aqui no nosso curso online!

O ArcGIS tem uma série de funcionalidades incríveis que nos auxiliam, enquanto profissionais de meio ambiente, a desenvolver melhores projetos, mas ele traz, igualmente, uma série de funcionalidades diversas que, muitas vezes, podem nos deixar confusos. Por isto, decidimos falar hoje, nem que seja um pouquinho, sobre as diferenças entre “tables” relacionadas (related) ou unificadas (joined) do ArcGIS.

Usaremos, a partir de agora, os termos originais em inglês - afinal, o ArcGIS é em língua inglesa - para facilitar o entendimento e para que você, quando for tentar fazer o mesmo, possa identificar exatamente onde apertar e selecionar, e o quê. Abra o seu programa e vamos lá!

 

O que significa a ação "table join"?

Uma “table join” reúne todas as colunas de uma “table” em outra, baseado num ID mútuo. No entanto, uma “table relate” cria uma “table”, ou configuração, inteiramente nova. Logo, quando você seleciona “records”, que chamaremos de tópicos, em uma “table”, ela criará uma outra temporária baseada em todos os “records” que tiverem IDs similares.

Quando, então, eu devo usar um ou outro para facilitar o entendimento do programa e melhorar a visualização dos meus dados? Nós explicamos! “Joins”, ou unificações, são aconselháveis para relações 1:1. Quando têm-se um único “record” que se relaciona com duas “tables”, este é um momento apropriado para fazer uso desta ferramenta.

Por exemplo, se temos um arquivo com o nome de algumas cidades do Brasil, e também seus respectivos times de futebol, estas duas informações, que são de natureza e campos diferentes, mas relacionadas, podem ser associadas.

Ainda seguindo este exemplo simples, desde que não tenhamos duas cidades com o mesmo nome, isto significaria que “NOME” seria uma categoria mutuamente aplicável dentro do arquivo, que poderia chamar-se “Cidades_Brasil”. Isto também significaria que seria uma relação 1:1, afinal, a mesma ID não é utilizada mais de uma vez. Basta ser um pouco mais de cuidado com sua organização e se atentar a nomenclaturas e classificações!

 

Como então podemos fazer estas unificações no ArcGIS?

Primeiro, clique no botão “drop-down”, que abrirá mais opções de forma vertical, sobre a “table” desejada. Em seguida, é só selecionar “Joins and Relates” e, em seguida, “Join”. Daí, você pode selecionar campos de ambas as “tables” e unificá-los, da forma que preferir (desde que, novamente, não hajam repetições para arquivos similares).

Em zonas aéreas, a funcionalidade torna identificar áreas diferentes que tenham características similares, sejam estas relacionadas a degradação ambiental, ou aquelas em que há ocupação urbana fácil demais. Apesar disso, tome MUITO cuidado! Depois que você exporta uma “table” após ela ter sido unida, o “casamento” é permanente.

 

E com relação ao “table relate”?

Eles são responsáveis por criar “tables” inteiramente novas; logo, quando você seleciona “record(s)” dentro de um grupo maior, ele criará uma “table” temporária baseada em IDs correspondentes. Voltando ao exemplo dos times de futebol e cidades, caso seja selecionado “Belo Horizonte - Cruzeiro”, todos os jogadores daquele time, que estiverem incluídos no arquivo, aparecerão numa “table” nova.

Fazer isto é igualmente simples: basta abrir uma “table”, clicar no botão de “dropdown” novamente e, em seguida, selecionar “relate” dentre as duas opções de “join” ou “relate”.

E aí, facilitou? Bora praticar? Confira todos os vídeos já publicados sobre ArcGIS no canal do IBRACAM neste link.

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