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Usinas Eólicas no Brasil já podem gerar tanta energia quanto Usina de Itaipu

Usinas Eólicas no Brasil já podem gerar tanta energia quanto Usina de Itaipu

Ótimas notícias!

O Brasil acaba de alcançar a impressionante marca de 14 GW de capacidade instalada de energia eólica.

Ao todo, temos hoje 568 parques eólicos espalhados ao redor do país, o que traduz-se em mais de 7000 aerogeradores, dispostos entre 12 dos 27 estados.

 

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Em comparação com a Usina Hidrelétrica de Itaipu, que fornece energia a porção consirável do país e está, além de responsabilidade de entidades brasileiras, sob a jurisdição do Uruguai, o impacto é equivalente.

Confira, abaixo, elencadas, qual a potência instalada em cada estado brasileiro e seus respectivos número de usinas:

  • RN: 3949,3 MW | 146 usinas
  • BA: 3525,0 MW | 133 usinas
  • CE: 2049,9 MW | 80 usinas
  • RS: 1831,9 MW | 80 usinas
  • PI: 1521,1 MW | 55 usinas
  • PE: 781,3 MW | 34 usinas
  • SC: 238,5 MW | 14 usinas
  • MA: 220,8 MW | 8 usinas
  • PB: 156,9 MW | 15 usinas
  • SE: 34,5 MW | 1 usina
  • RJ: 28,1 MW | 1 usina
  • PR: 2,5 MW | 1 usina

Ao todo, são 14.339,6 MW gerados em 568 usinas.

 

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Em média, a energia gerada por tais fontes atinge um consumo residencial médio de cerca de 26 milhões de habitações, ou, em pessoas, 80 milhões

“Gosto sempre de lembrar que o Brasil passou do 15º lugar no Ranking de Capacidade Instalada de energia eólica em 2012 para a 8ª posição no ano passado, segundo o Global Wind Energy Council.' Elbia Gannoum, Presidente Executiva da ABBEólica, celebra.

Só em 2017, a Boomberg New Energy Finance, um dos principais órgãos reguladores do setor, estimou o investimento do setor eólico no Brasil em 3.57 bilhões de dólares, ou, em reais, R$11.4 bilhões.

Isto representa mais de 58% dos investimentos realizados em renováveis do país, dentre elas energias eólica, solar, de biomassa, biocombustíveis ou resíduos, PCH e outros.

Levando ainda em consideração o período de 2010 a 2017, o investimento já ultrapassa 30 bilhões de dólares.

 

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Para Gannoum, estes são alguns dos dados que mostram a importância do setor eólico e sua capacidade de crescer, angariar investimentos e trazer benefícios para o povo brasileiro.

Só nos primeiros oito meses deste ano, as eólicas garantiram uma geração de energia já superior em 19% aos números do ano passado, de acordo com dados disponibilizados pelo boletim InfoMercado mensal, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Além disso, a CCEE também revelou que, só durante o mês de agosto, as usinas eólicas registraram a maior produção de energia da história, alcançando 7.017 MW médios. E o crescimento não pára!

 

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Até 2024, serão instalados mais 4,46 GW em 186 novos parques eólicos, o que promete elevar o setor à incrível marca de 18,80 GW.

 “Sobre novas contratações e sobre o futuro da energia eólica, acho sempre importante explicar que nossa matriz tem a admirável qualidade de ser diversificada e assim deve continuar. Cada fonte tem seus méritos e precisamos de todas. É preciso que isso fique claro. Do lado da energia eólica, o que podemos dizer é que a escolha de sua contratação faz sentido do ponto de vista técnico, social, ambiental e econômico, já que tem sido a mais competitiva nos últimos leilões. Além disso, acreditamos ser uma escolha lúcida quando se tem ideais de uma sociedade mais justa e de um futuro mais sustentável e de respeito à natureza”, Gannoum continua.

Mas quais, afinal, são os benefícios de gerar mais energia eólica?

Simples!

  1. Ela é inesgotável, ao contrário do petróleo ou até mesmo da água, uma vez que vento é nada mais, nada menos, que ar em circulação;
  2. Combate o efeito estufa;
  3. É livre de poluição;
  4. É, também, muito mais econômica;
  5. Preserva nossos recursos ambientais, em especial no Brasil;
  6. Gera empregos e movimenta a economia;
  7. O retorno é palpável e rápido.

“Todos estes números positivos mostram não apenas um setor consolidado, mas também que a energia eólica tem um futuro promissor no Brasil. A energia produzida pelos ventos é renovável; não polui; possui baixíssimo impacto ambiental; contribui para que o Brasil cumpra o Acordo do Clima; não emite CO2 em sua operação; tem um dos melhores custos benefícios na tarifa de energia; permite que os proprietários de terras onde estão os aerogeradores tenham outras atividades na mesma terra; gera renda por meio do pagamento de arrendamentos; promove a fixação do homem no campo com desenvolvimento sustentável; gera empregos que vão desde a fábrica até as regiões mais remotas onde estão os parques e incentivam o turismo ao promover desenvolvimento regional”, defende Gannoum.

Com os ventos estáveis do Brasil, sua intensidade e falta de baixos índices de mudanças burscas de velocidade ou direção, é de se esperar que o sucesso da eólica no país alcance patamares extratosféricos e continue, também, produzindo alto tecnologia e gerando cada vez mais investimentos.

 

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